Ao ler sobre a vida universitária para meninas americanas na década de 1920, descobri que era surpreendentemente progressista em alguns aspectos, mas terrivelmente discriminada por gênero em outros. A matrícula era muito maior do que em qualquer década anterior, mas os cursos ainda eram amplamente restritos a enfermagem, magistério e "eutênia" (economia doméstica). Como muitos "fortalezas de travesseiros" modernos, grande parte do domínio das artes e ciências ainda tinha uma política de "proibição de meninas". A referência para o prédio era o DuBourg Hall da Universidade de St. Louis.
Glossário:
"Pequeno Lorde Fauntleroy" é o personagem principal de um livro infantil muito famoso do século XIX, escrito por Frances Hodgson Burnett (mesma autora de O Jardim Secreto). O livro conta a história de um garotinho americano educado, doce e impecavelmente vestido que descobre ser herdeiro de um título de nobreza inglês.
Mas, com o tempo, o nome "Fauntleroy" virou sinônimo de alguém mimado, delicado ou afetado demais, especialmente se estiver vestido de forma muito refinada (com rendinhas, roupas vitorianas, etc). Nos EUA, por exemplo, era comum usarem esse nome de forma sarcástica para meninos que pareciam “finos demais” pro gosto dos outros.



